06 Abr (2º Fª) | 22h | Auditório | SALTA!09

HIDE (OCULTO)
MARICASTAÑA [PÓLO DE OURENSE] UNIVERSIDADE DE VIGO

HIDE é um thriller teatral que, como tal, quer assustar, estremecer e emocionar…
Este é um lugar onde tudo está oculto e todas as personagens guardam algo, enquanto um ser desconhecido assassina por razões que desconhecemos. A luta pelo poder, a necessidade de viver e amar livremente… HIDE (Oculto).

ENCENAÇÃO Fernando Dacosta | INTERPRETAÇÃO María Díaz, Silvia Domínguez, Maica Corbal, Marta Pérez, Juan Méndez, Ana Álvarez, Raquel Álvarez, Elena Balboa, Carol Casares, Andrea Cid, Paco Daza, Natalia Forján, Rober Montesinos, Patricia Ortigueira e Ledicia Piñeiro

A entrada tem um custo de 3 € (sócios) | 5 € (não sócios)
ORGANIZAÇÃO GrETUA – Grupo Experimental de Teatro da Universidade de Aveiro
PARCERIA PerFormas – Estúdio de Artes Performativas

05 Abr (Dom.) | 22h | Auditório | SALTA!09

AS CIDADES IMPOSSÍVEIS
NOVO NÚCLEO DE TEATRO [NNT] UNIVERSIDADE DE LISBOA
AS CIDADES IMPOSSÍVEIS é um projecto teatral a partir de uma colecção de memórias, viagens e amores impossíveis. O ponto de partida foi “As Cidades Invisíveis” de Italo Calvino.. Com Anna Bloom (do “País das Últimas Coisas” de Paul Auster), aprendemos que uma personagem não morre com o fim das peças, antes vive connosco na nossa memória do que foi, e no nosso acto de o contarmos a outros que o não viram.

ENCENAÇÃO Joana Craveiro | INTÉRPRETES Andreia Botelho, Bruno Couto, Bruno Tibúrcio, Jorge Elias, Lia Silva, Maria Assunção, Marta Vieira, Mário Monteiro, Miguel Mota e Tiago Varanda

A entrada tem um custo de 3 € (sócios) | 5 € (não sócios)
ORGANIZAÇÃO: GrETUA - Grupo Experimental de Teatro da Universidade de Aveiro
PARCERIA: PerFormas – Estúdio de Artes Performativas

04 Abr (Sáb) | 22h | Café-Concerto

JOÃO NEVES TRIO

Revisitando o trabalho de grandes mestres da música, o João Neves Trio lançou-se no desafio de recriar standards com uma abordagem moderna, reescrevendo-os através de um discurso actual.

João Neves Guitarra | José Gonçalves Baixo | Michel Osório Bateria

A entrada tem um custo de 1 € (não-sócios) | Entrada livre para sócios

03 a 11 Abr | Lounge| Exibição Permanente

30 ANOS GrETUA

Pelas fotografias dos espectáculos produzidos pelo GrETUA – Grupo Experimental de Teatro da Universidade de Aveiro ao longo do tempo se contam (e se recordarão) alguns dos momentos e cumplicidades mais marcantes da actividade do grupo.

ORGANIZAÇÃO GrETUA – Grupo Experimental de Teatro da Universidade de Aveiro
PARCERIA PerFormas – Estúdio de Artes Performativas

31 Mar a 11 Abr (3ª Fª a Sáb) | 22h | vários espaços PerFormas | Estreia

O SARGENTO LOUCO
uma criação performativa de José Filipe Pereira
Livremente inspirada na novela “O Inválido Louco” de Achim von Arnim.

O Sargento Louco é a história de um homem caracterizado pela sua bizarria psicológica, o que constitui em si o suporte fantástico da performance. Os acontecimentos passam-se numa fortaleza e giram rigorosamente em torno do fogo e da paixão.

A performance desenvolve-se recorrendo a elementos culturalmente estranhos, tanto ao contexto da narrativa, quanto ao seu enquadramento histórico (Marselha, 1760, durante o reinado de Luís XV e no decorrer da Guerra dos Sete Anos), contribuindo assim para provocar estranheza e constituir desafio. O contraste entre a narrativa eminentemente romântica, que José Filipe Pereira apropriou muito liberalmente da novela de Arnim, e o exotismo das condições em que se desenvolve a sua apresentação, jogarão necessariamente a favor do discurso performativo.

Assente numa rigorosa partitura de acções físicas a que Guilherme Guerra dá corpo, num texto que requer uma extrema atenção e servido pela banda sonora original, composta por João Figueiredo, “O Sargento Louco” recorre ainda à linguagem do fogo, no intuito de desafiar convenções, reorganizar o espaço, baralhar o tempo e convidar a leituras personalizadas do drama afectivo exposto.



Direcção Artística de José Filipe Pereira | Actuação: Guilherme Guerra | Música Original: João Figueiredo | Gravação e Pós-Produção: Bruno Matos | Voz Off: Lea Prisca Lopez | Iluminação: Hugo Martins

27 Mar (6ª Fª) | Dia Mundial do Teatro | Auditorio | vários espaços PerFormas

Programa Duplo

22.00 - DOIS EXERCÍCIO PERFORMATIVOS

23.00 - O SARGENTO LOUCO – Ante-estreia

27 Mar (6ª Fª) | 24.00 | Café-Concerto

Humus
Os Humus tentam tirar o máximo partido das suas músicas com instrumentais e improvisos. Os originais são já numerosos assim como algumas versões de artistas de referência. A paixão pela música e a busca do groove perfeito fá-los prosseguir com as suas criações. Heterogénea e envolvente, a sua música atravessa numerosos estilos, resultando num caldo orgânico, fértil e em constante metamorfose a que chamam... Humus.

24 a 28 Mar (3ª a Sáb) | 22 h | Auditório | ESTREIA ABSOLUTA

DOIS EXERCÍCIO PERFORMATIVOS
de José Filipe Pereira

Em busca do Eterno feminino...
com recurso à poesia de Anne Sexton

“QUEM É ELA?”

“PARA ONDE VAIS? (Atravessando o Atlântico)”


Esta performance, que recorre à poesia da americana Anne Sexton, resulta do questionamento sobre o “feminino”, condição que Filipe Pereira se confessa incapaz de compreender pela impossibilidade física que resulta do facto de não ter um corpo de mulher.

Formalmente, os dois discursos performativos decorrem em paralelo, no mesmo espaço, e são unificados pela poesia de Anne Sexton. Helena Botto e Sílvia Santos dão corpo à performance e foi através do trabalho com ambas que Filipe Pereira procurou respostas para as suas interrogações: o que é um corpo de mulher? como e o que se sente quando se tem um corpo de mulher? que coisas fantásticas são essas que o corpo feminino pode fazer e que são impossíveis ao homem? e como influenciam os seus comportamentos? Serão estas interrogações e a procura das suas respostas que nos conduzirão ao que Goethe apelidou de Eterno feminino?


Direcção Artística de José Filipe Pereira | Performers e co-criadoras: Helena Botto e Sílvia Santos | Consultoria Literária e Tradução: Maria Sousa | Desenho de Luz: Hugo Martins e José Filipe Pereira