29 Set [5ª Fª] \ 22.00 \ Café-Concerto

Noite de Fados
com Micaela Vaz e convidados.
Acompanhados por Armindo Fernandes e Jorge Serra

24 Set [Sáb] \ 23.00 \ Café-Concerto

Quarteto de Saxofones do Conservatório de Música de Aveiro.

23 Set [6ª Fª] \ 24.00 \ Café-Concerto

Space Must be the Place!
WahWah SoundsystemO som de uma nave espacial a rasgar uma trajectória no espaço pode soar estranho para alguns. Para outros é música!
De Sun Ra a David Bowie, o espaço foi e é uma grande inspiração para a criação musical!

15, 16, 17, 22, 23 e 24 Set [5ªs, 6ªs e Sáb.] \ 22.00 \ Auditório

Don't Shoot At The Saxophone Player
de Chiel Meijering.

Uma Criação de Henrique Portovedo.

Don’t Shoot At The Saxophone Player é uma criação transdisciplinar de Henrique Portovedo assente em partituras originais do reconhecido compositor contemporâneo Chiel Meijering e resulta de um convite que o Estúdio Performas fez ao compositor holandês e ao músico aveirense.
As músicas que Meijering compôs para saxofone e boombox caracterizam-se pela ironia e humor. A narrativa prima pelo recurso ao non-sense e ao absurdo, acentuados pela performance de Miguel Rosas, e esboça uma tragédia de faca e alguidar resultante de um obscuro triângulo amoroso. O todo é completado, e intensamente reforçado, pelo discurso videográfico experimental construído por Daniela Ferreira que intersecciona o expressionismo com a pop-art e o filme noir.

Co-Criação: Daniela Vidal Ferreira,(visuals), Emanuel Pina (desenho de luz), José Filipe Pereira (produção artística), Miguel Marques (sound design) e Miguel Rosas (performance).

Featuring: Henrique Portovedo e Miguel Rosas.

Figuração Especial: Helena Santos.

Direcção de Montagem e Operação de Luz: Miguel Vidal.

Produção: Estúdio Performas.

3 de Setembro [Sáb.] 23.00 \ Café-Concerto

Paulo Bastos
“As Faces da Guitarra”Concerto intimista com a sinceridade da expressão da alma em contagiantes e saboreadas interpretações à voz e guitarra das mais geniais músicas de Tom Jobim, Caetano Veloso e João Gilberto muitas vezes condimentadas com sentidos devaneios de improvisação.
São também adicionadas pitadas de virtuosos trechos instrumentais nas diferentes faces da guitarra que nos levam a uma viagem por sonoridades que vão desde a elegante, eclética e rigorosa musica da Guitarra Clássica aos sons mais intuitivos, enraizados, tradicionais do canto do SER da Guitarra Portuguesa de Carlos Paredes incluindo ainda um pouco da exuberância do Rock da Guitarra Eléctrica. Tudo isto é ainda regado com alguns toques de temas originais.

2 de Setembro [6ª Fª] 22.00 \ Auditório


MILONGA

Em parceria com La Clandestina, o Performas dá inicio a uma nova actividade, a Milonga, ou baile de tango. Um reencontro de todas as vertentes do Tango Argentino.

25, 26 e 27 AGOSTO (5ª, 6ª e Sábado) / das 16 às 18 horas / Auditório

Passageira em Casa (ensaio aberto)
Maile Colbert

“Passageira em Casa” é uma performance multimédia e multi-disciplinar inspirada pela ideia de viagem enquanto redefinição do conceito de "casa". A narrativa é um relato parcialmente ficcionado e uma visão pessoal da história marítima de Portugal, posta em prática por um conjunto de bailarinos, uma performer vocal, uma artista vídeo e um compositor de música electrónica. O texto do projecto foi desenvolvido com base em narrativas de viagens épicas readaptadas para formar uma história ficcionada abstracta e personalizada. A performer vocal usa esta base verbal para dar instruções aos demais artistas. A composição dessas acções foi desenvolvida pela directora artística juntamente com a coreógrafa Wanda Gala.

Os interessados poderão assistir aos ensaios abertos e falar com os criadores.

30 JUL [Sáb.] \ 22.00 \ Auditório

Decomposição#2 (ensaio aberto)
Projecto Transparências
[Decomposição #2 é uma versão revisitada da criação Decomposição estreada em Novembro de 2009]

DECOMPOSIÇÃO é uma criação performativa híbrida onde se cruzam os universos da performance, do vídeo e da música.
Tem como fio condutor o imaginário poético, transgressor e marginal de Jean Genet, em especial as obras “Nossa Senhora das Flores” e “Diário de um Ladrão”, aliado a análises de Jean-Paul Sartre (“Saint Genet – Comedien et Martyr”) sobre o proibido, a transgressão, a solidão e associabilidade, a perversidade e a “santidade”.
No princípio era Genet e foi toda uma procura num sentido descendente mas numa tentativa de alcançar a elevação, a ascenção, era consumir e deixar-se consumir totalmente para rebentar e desaparecer nessa demasia e isso seria poeticamente bonito, vivencialmente doloroso mas a única via de esvaziamento, que permitiria a ansiada levitação… mas falhou… com toda a mágoa, ter-me-á faltado coragem de me deixar rebentar, de bater no fundo e apanhar o ressalto, sem esperar o ressalto, sem saber sequer se ele existiria… e nesse ressalto, sem qualquer premeditação ou esperança, deixar que me crescessem as asas e aceitá-las…