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18 Março \ quinta-feira \ 22 horas \ auditório

PABLO REGA
Ciclo BINAURAL: O SOM ARCAICO

Guitarrista e músico electrónico espanhol, PABLO REGA tem tido uma actividade frenética e diletante que o fez colaborar com nomes tão díspares como Peter Kowald, William Parker e Olivier Benoit, gente cimeira da música improvisada, mas também com projectos de rock experimental ou mesmo de teatro, seja como músico ou intérprete. Curiosas são também as suas colaborações com o escultor Oscar de Paz ou mesmo com Nilo Gallego, concebendo
e estruturando objectos escultóricos (deveremos falar do concerto com aspiradores modificados?), enquanto instalações, desafiantes da nossa própria concepção de som e da sua intervenção no espaço comum. Por isso, esta apresentação será tudo menos cumprir uma formalidade; antes a descoberta de paisagens ouvidos adentro.

coordenação e programação do ciclo LUIS COSTA, RUI COSTA, MANUELA BARILE músico PABLO REGA (programação, manipulação e composição) produção BINAURAL parceria ESTÚDIO PERFORMAS






19 e 20 Junho ( 6ª e sáb) | 22 h | Auditório

OS FIOS QUE A LÃ TECE
[Quarta Parede – Associação de Artes Performativas da Covilhã]



OS FIOS QUE A LÃ TECE é um espectáculo concebido a partir do universo da lã, que nos transporta desde os tempos mais remotos do aparecimento da Covilhã e da indústria de lanifícios até ao presente. Os “fios” são os condutores da História e das estórias que marcaram a região e a vida das pessoas “tecidos” neste espectáculo de teatro de objectos. Cada um destes objectos acompanha memórias de vidas, de pessoas, de vivências, que cada um projectou ou projectará de certo nas suas vidas. É também um espectáculo que mostra as metamorfoses das cidades no aspecto urbano e social.

Rui Sena

direcção, concepção, desenho de luz, investigação, fotografias Rui Sena | performer, investigação, fotografias Sílvia Ferreira | performer Maria Belo Costa | espaço cénico e realização plástica dos adereços Joana Marques | produção Celina Gonçalves | desenho da banda sonora, recolha de sons Defski

+ info www.quartaparede.pt

A entrada tem um custo de 3 € (sócios extraordinários) | 5 € (sócios efectivos) | 10 € (não sócios)
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27 Mar (6ª Fª) | Dia Mundial do Teatro | Auditorio | vários espaços PerFormas

Programa Duplo

22.00 - DOIS EXERCÍCIO PERFORMATIVOS

23.00 - O SARGENTO LOUCO – Ante-estreia

24 a 28 Mar (3ª a Sáb) | 22 h | Auditório | ESTREIA ABSOLUTA

DOIS EXERCÍCIO PERFORMATIVOS
de José Filipe Pereira

Em busca do Eterno feminino...
com recurso à poesia de Anne Sexton

“QUEM É ELA?”

“PARA ONDE VAIS? (Atravessando o Atlântico)”


Esta performance, que recorre à poesia da americana Anne Sexton, resulta do questionamento sobre o “feminino”, condição que Filipe Pereira se confessa incapaz de compreender pela impossibilidade física que resulta do facto de não ter um corpo de mulher.

Formalmente, os dois discursos performativos decorrem em paralelo, no mesmo espaço, e são unificados pela poesia de Anne Sexton. Helena Botto e Sílvia Santos dão corpo à performance e foi através do trabalho com ambas que Filipe Pereira procurou respostas para as suas interrogações: o que é um corpo de mulher? como e o que se sente quando se tem um corpo de mulher? que coisas fantásticas são essas que o corpo feminino pode fazer e que são impossíveis ao homem? e como influenciam os seus comportamentos? Serão estas interrogações e a procura das suas respostas que nos conduzirão ao que Goethe apelidou de Eterno feminino?


Direcção Artística de José Filipe Pereira | Performers e co-criadoras: Helena Botto e Sílvia Santos | Consultoria Literária e Tradução: Maria Sousa | Desenho de Luz: Hugo Martins e José Filipe Pereira

14 Mar (sáb) | 22.00 | auditório

Disapearing Acts de Meredith Kitchen

Na sociedade actual espera-se de nós que sejamos belos, encantadores, inteligentes e bem-sucedidos. Como é que isso se reflecte no individuo?

Disapearing Acts é uma peça a solo assente na fisicalidade, que lança um olhar sobre a frágil ligação dos mundos "interior" e "exterior" de um indivíduo.
Situações aparentemente normais e corriqueiras transformam-se num campo de batalha de sensibilidades em colisão, de aparências mutáveis e contradições. Nada é o que parece ser e a realidade torna-se uma incerteza. Sendo trágicas na essência, tais situações parecem, por vezes, involuntariamente cómicas.
Lancarmo-nos em busca de nós mesmos, sempre foi trabalhar para um objectivo fugidio; fazê-lo na própria sala de estar é não ter descanso.
Concepção, interpretação e co-criação Meredith Kitchen | Encenação Jonh Mowat | Figurinos Leonor Pinela | Sonoplastia André Pires | Desenho de luz Jochen Pasternacki | Coordenação criativa e prática Jehns Altheimer | French Connection Lionel Menard | Imagem Rodrigo Serqueira - Atomic Delicia | Produção Mafalda Gouveia
Uma produção Loucomotivo - Associação Novo Circo | Projecto Financiado MC/ DGartes | Residência Artística CENTA | Apoios Teatro da Malaposta, CCB, ARSOFT



a entrada tem um custo de 5 € sócios | 10 € não-sócios


27 e 28 Fev. (6ª a Sáb) 22.00

Andarilho
Rui Pedro


Depois de várias viagens em que trabalhou como músico, actuando nas ruas, bares e salas de espectáculo por onde as suas andanças o levaram, Rui Pedro apresenta agora em Portugal um espectáculo que condensa em palco as suas vivências musicais. Percorre o país tendo como inspiração a vida aventureira daqueles que não param nunca a caminhada, mesmo sentados.

ANDARILHO estreou no Santiago Alquimista em Lisboa e tem percorrido salas de espectáculo por todo o país, sendo muito bem acolhido pelo público. Este músico viajante, acompanhando-se com adufe e guitarra, canta música tradicional portuguesa e outros temas que vai recolhendo nas suas viagens. O espectáculo é uma viagem musical pelo sul da Europa onde a música aparece como fruto da comunhão de culturas e afectos a partir de uma voz e um sentir portugueses.

Intervenientes: Cantor e guitarrista Rui Oliveira, baixista A.Lau, baterista P.Menano.

20 e 21 Fev. (6ª Fª a Sáb) 22.00

Como um remador à deriva
Ana Silveira Ferreira
ExQuorum

O Projecto de Investigação, centrando a sua pesquisa numa sistemática interrogação do trabalho do actor, propôs-se iniciar, com dois novos actores, a 5ª fase de trabalho, dando continuidade aos pressupostos conceptuais acumulados pelas fases anteriores e concebendo um espectáculo que, ao regressar tematicamente (cinco anos depois) ao universo d´ À la recherche du temps perdu de Marcel Proust, sistematize um primeiro ciclo de vida. Tendo, ao longo da residência artística inicial, desenvolvido um vasto repertório de exercícios concebidos a partir de episódios concretos desta obra emblemática de Proust e tendo, cada um deles, ficado respectivamente codificado com uma música, definiu-se depois, na 5ª fase de trabalho, uma estrutura constituída pela sequência de quatro desses exercícios tematicamente relacionados com a visão Proustiana do amor. Da repetição e pela respectiva cadência dessa estrutura resultou entretanto a concepção do espectáculo “Como um remador à deriva – proposta para um observatório do eterno desencontro amoroso de Proust"...

Investigação e Direcção artísticas: Ana Silveira Ferreira
Trabalho de actor: Mariana Portugal Dias e Nuno Coelho
Apoio à direcção: Hugo Miguel Coelho

13 e 14 Fev. (6ª e Sáb) 22.00

I can’t
Sofia Silva


A coreógrafa Sofia Silva interessa-se por abordagens e questões interligadas com a “manipulação”, “mutilação” e “destruição” da mente.
Neste projecto parte para a reflexão sobre o estado de guerra por todo o mundo, sentindo a sua impotência, ignorância e inutilidade perante este. Com o desejo de comunicar e de perceber ligações entre ela e outras pessoas, que vivem e convivem numa realidade que as confronta diariamente com a sua incapacidade individual, perante a condição humana em que vivem.
Focou-se no conflito Árabe – Israelita, mais concretamente a questão da Palestina e o Estado Judaico. A sua estadia na Palestina desviou-a do universo imaginário para uma aproximação à realidade.

Coreografia e Interpretação: Sofia Silva
Vídeo e Fotografia: Ana Rita Osório
Produção: Projectos Artísticos